Bruno Ottoni

Formou-se em economia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Fez mestrado e doutorado em economia na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Atualmente, trabalha no Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE/FGV). Pesquisa na área de microeconomia aplicada com ênfase em economia do trabalho.

Avanço da subocupação reforça projeção de retomada lenta do mercado de trabalho

Nos últimos meses a taxa de desemprego tem caído acentuadamente. A desocupação, que estava em 13,7% em março, apresentou queda significativa, chegando a de 13,0% em junho (Gráfico 1).

O ritmo mais acelerado da queda do desemprego vem aumentando o otimismo dos analistas em relação à perspectiva de uma recuperação mais forte do mercado de trabalho.

O desempenho do mercado de trabalho não deve ajudar o governo na eleição de 2018

Analistas políticos sugerem que a situação econômica pode, em muitos casos, ser determinante para o resultado de uma eleição. Nos Estados Unidos da América (EUA) a percepção de que o desempenho econômico pode ser relevante em uma disputa eleitoral ganhou notoriedade com a frase “it´s the economy stupid” atribuída ao estrategista político, e chefe da campanha de Bill Clinton a presidência em 1992, James Carville.

Flexibilização de contrato de trabalho deve reduzir informalidade das mulheres

O Congresso está discutindo uma nova reforma trabalhista. Dentre os itens incluídos na proposta, um em especial, a tentativa de flexibilização da jornada, tem sido alvo de inúmeras críticas. Dois exemplos dessa flexibilização contempladas na reforma são a criação do contrato de trabalho intermitente e a permissão para negociação coletiva da jornada de trabalho. No primeiro caso, o novo contrato de trabalho intermitente permite que o funcionário seja pago somente pelas horas de serviço de fato prestadas.

Como deve ser distribuído o ônus da reforma da Previdência?

Este é o terceiro post e último post de uma série sobre a reforma da Previdência. Neste último texto pretendo discutir sobre como deve ser distribuído o ônus da reforma. Ou seja, pretendo responder aqui à seguinte pergunta: quais são os grupos que devem pagar a maior parte da conta para que o governo consiga restaurar o equilíbrio fiscal?

Qual deve ser a magnitude da Reforma da Previdência?

Apresento hoje o segundo de uma série de três textos sobre a reforma da Previdência. No primeiro, defendi a necessidade da realização de uma reforma do atual sistema previdenciário brasileiro. Neste segundo artigo, procuro tratar da magnitude da reforma. Mais precisamente, pretendo responder a seguinte pergunta: qual deve ser a magnitude das mudanças a serem realizadas no atual sistema de previdência brasileiro, para garantir um gasto com as aposentadorias que seja compatível com o grau de envelhecimento da população do país?

A Reforma da Previdência é necessária?

Este é o primeiro de três textos em que procuro organizar o debate sobre a reforma da Previdência. Em geral, análises sobre o tema costumam misturar três aspectos distintos da reforma, que, na minha visão, devem ser discutidos separadamente. São eles: necessidade, magnitude e distribuição do ônus. Neste primeiro texto, falarei sobre o primeiro aspecto. Mais precisamente, procurarei responder a seguinte pergunta: a reforma da Previdência é necessária?

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