Boletim Macro: Reversão cíclica da economia pode adiar melhoria dos fundamentos fiscais

25/10/2017
Quando, em 1849, o poeta escocês Thomas Carlyle classificou a economia como a “ciência triste” (dismal science) era fácil de entender por que: as previsões dos economistas de então, a começar por Thomas Malthus, eram de fato tristes. Mas o rótulo pegou para muito além disso, em que pese toda a melhoria de padrão de vida desde então. Para muitos, os economistas mantiveram um certo viés pessimista, sempre alertando para o risco de desastres.
 
Essa história nos veio à mente pela peculiar situação atual da economia brasileira, conforme procuramos retratar neste Boletim: um país que se recupera da maior recessão de sua história documentada, em ambiente de baixa inflação, juros em queda, contas externas exuberantes e até alguma melhoria marginal de alguns indicadores fiscais, mas cujas perspectivas de médio prazo são assustadoras, na ausência de reformas. Leia o Boletim Macro IBRE de outubro, que contempla estatísticas, projeções e análises dos aspectos mais relevantes da economia brasileira.

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