A Sondagem da Indústria foi iniciada em 1966 a fim de permitir o acompanhamento da conjuntura setorial. A reconstrução da série histórica oferece um novo conjunto de informações sobre as décadas de 1960 a 1980.
Os Barômetros Globais Antecedente e Coincidente vêm sinalizando importante mensagem para os próximos meses de 2021: após forte recuperação desde o pior momento de 2020, a tendência do nível de crescimento da atividade econômica é de desaceleração.
A pandemia impactou e continua impactando a economia brasileira. Utilizando dados das Sondagens do FGV IBRE, incluindo quesitos extraordinários aplicados em 2021, tentamos mapear esses efeitos e impactos no comportamento dos consumidores e na percepção das empresas.
O nível de desconforto econômico do brasileiro tem sido sistematicamente elevado nos últimos anos e aumentou com a crise da covid-19. E o pior: os cenários para 2021 e 2022 sugerem que ele dificilmente voltará a ser baixo antes de 2023.
Muito tem se discutido nos últimos anos sobre qual seria a nova dinâmica do mercado de trabalho brasileiro. Após um período de quase 10 anos de redução da informalidade no país, a forte recessão de 2014-2016 inverteu a tendência e a participação do tipo de emprego chamado genericamente de informal, voltou a crescer.
A pandemia de covid-19 provocou mudanças no padrão de consumo das famílias brasileiras. Algumas delas foram momentâneas, outras temporárias, podendo se estender por mais algum tempo - enquanto não houver uma solução para a doença – e algumas se tornarão permanentes.
A crise econômica atual tem uma natureza única, muito diferente da maioria das recessões e crises mundiais que a precederam. Por alguns meses, a economia foi praticamente “desligada” na maior parte do mundo, por medidas de distanciamento social. Com ou sem lockdowns, o medo da doença impactou profundamente o desempenho das economias no mundo todo.
Logo no início da pandemia de covid-19, Peter Atwater, consultor e professor adjunto da Universidade de Delaware, tornou popular nos EUA a noção de recuperação “em formato de K”, ao prever que seu impacto seria heterogêneo entre segmentos da economia, com alguns saindo rápido da crise e outros ficando para trás.
O Indicador de Incerteza Brasil da FGV (IIE-BR) cresceu fortemente em março, refletindo o impacto da chegada da pandemia de Covid-19 ao Brasil. Com alta de 52 pontos, o indicador chegou aos 167,1 pontos, batendo com folga dois recordes históricos: o de maior nível da série e o de maior alta mensal. O gráfico abaixo evidencia a atipicidade do resultado.
A expansão da pandemia de Covid-19 por todo o país ao longo de março mudou a rotina de famílias e empresas provocando uma tempestade na economia. No âmbito da inflação, a despeito da forte desaceleração do nível de atividade, chamou atenção a alta dos preços de alimentos, motivada em grande parte por uma corrida aos supermercados para formação de estoques, mas também por gargalos de oferta.
O IBRE elegeu a produtividade como uma das preocupações centrais de sua missão institucional de contribuir para o debate sobre o desenvolvimento do país. Com esse objetivo, o site Observatório da Produtividade - Regis Bonelli reúne uma ampla base de dados, estudos e análises sobre a produtividade, com o objetivo de fornecer informações para uma maior compreensão do tema e contribuir para a formulação de políticas públicas que possam aumentar a produtividade e impulsionar o crescimento. Acesse Observatório da Produtividade - Regis Bonelli.
Fábio Giambiagi é obcecado pelos dados. É com essa obsessão e uma bagagem de quase quatro décadas acompanhando temas fiscais que o autor lançou uma radiografia da política fiscal brasileira no livro “Tudo sobre o déficit público” que é uma boa sugestão de leitura para quem deseja aprender sobre a evolução histórica das contas públicas no Brasil e seus desafios. Leia mais aqui.