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Guilherme
O autor usa os 40% de trabalhadores informais para dizer que a CLT serve a uma casta de privilegiados. Mas, espera aí, que casta é essa? Se o emprego formal é a regra (60%), se você tem trabalhadores que ganham 1 salário mínimo sobre as regras da CLT e tem outros que ganham milhões, também, sobre as regras da CLT, não há casta. É, no mínimo, temerário, querer fazer as pessoas acreditarem que quem está sobre a regra da CLT tem privilégios, como se recebessem algo que não tem direito. A forma como autor trata, faz parecer que a CLT é a exceção, pessoas que ganham indevidamente mais do que deveriam, quando na verdade, o empego formal é a regra e não há privilégios. Ademais, ele inclui trabalhadores autônomos para chegar ao número de 40%, acontece que, por razões obviais, autônomos jamais vão estar sob o regime da CLT, já que não tem patrão, seja na antiga CLT, seja na atual. Por fim, é verdade que é preciso modernizar a CLT, as críticas não são contra qualquer tipo de reforma, a crítica é apenas quanto à reforma apresentada.