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Anônimo
Faltou dizer que parte importante das reformas macroeconômicas (como o chamado tripé) e mesmo algumas microeconômicas só aconteceram a partir do final de 1997, forçadas pelas circunstâncias externas (crises asiática e russa, além de expressiva queda dos preços internacionais das commodities em 1997-99) e pelo FMI, que condicionou a liberação de vários empréstimos polpudos à adoção dessa agenda (em um contexto no qual o Brasil tinha um déficit em conta corrente no intervalo de 4% a 5% do PIB em 1997/99 e uma dívida externa quase 6x maior do que as reservas internacionais).