O IBRE elegeu a produtividade como uma das preocupações centrais de sua missão institucional de contribuir para o debate sobre o desenvolvimento do país. Com esse objetivo, o site Observatório da Produtividade - Regis Bonelli reúne uma ampla base de dados, estudos e análises sobre a produtividade, com o objetivo de fornecer informações para uma maior compreensão do tema e contribuir para a formulação de políticas públicas que possam aumentar a produtividade e impulsionar o crescimento. Acesse Observatório da Produtividade - Regis Bonelli.
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Bráulio
09 de Janeiro de 2018 às 16:21
Rafael, no post em que explico melhor essa medida de hiato (do dia 16/08), fiz testes de capacidade de projeção fora da amostra do IPCA a partir de minha medida de hiato e do hiato HP. O hiato HP superestimou a inflação em 2014-17, ao passo que minha medida performou bem, dados os demais condicionantes do IPCA Livres ex-alimentação (câmbio, commodities, IPCA ADM, etc.). No caso dos salários nominais, eu utilizo justamente sua dinâmica para estimar minha Curva de Phillips que está combinada à função de produção para gerar a estimativa do hiato. Mais precisamente, a NAWRU é a taxa de desemprego que faz com que os ganhos reais de salário-hora sejam iguais às variações da produtividade do trabalho (ou seja, custo unitário do trabalho constante), controlados outros fatores que afetam essa relação (como a variação do salário-mínimo nacional, dentre outros). Foi justamente o reajuste nominal de 6,5% do salário-mínimo em janeiro de 2017 (= INPC de 2016) que segurou um pouco a desinflação dos salários nominais ao longo de 2017. Mas ela aconteceu: no YoY, saiu de algo em torno de +8% no começo do ano para algo em torno de 5% no final do ano. Aliás, esse foi basicamente o mesmo comportamento do salário nominal de admissão do Caged: +8,5% no começo de 2017 e +5,5% no final do ano. Abs, Bráulio
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