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Rafael Ihara
Carlos, seu argumento é ad hominem. Aprendi que a melhor resposta para a desonestidade intelectual é o silêncio, mas vamos lá. Acho que vale a pena ler de novo o texto (todo, não apenas o título). O Bruno começa afirmando que quando há desigualdade de oportunidades é razoável argumentar que não há meritocracia, mas quando as pessoas exercem exatamente a mesma função (como coloco negrito aqui?) não faz sentido algum não falar em meritocracia. Sua solução para melhorar o serviço público brasileiro é colocar um gestor com "capacidade de liderança"?