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Anônimo
A promoção por merecimento já existe para juízes assim como existem para outros cargos públicos e privados. Duas pessoas podem exercerem a mesma função e terem oportunidades diferentes por gênero e orientação sexual, por exemplo, depende de quem vai vir a oportunidade de crescimento, ganho de bônus, outro favorecimento meritrocrático como o autor afirma. A meritocracia não deveria virar sinônimo de oportunidade, como andam aplicando por ai, e sim e deveria se restringir a escolha de um profissional sobre o outro dentro do plano de carreira. Por exemplo, se existe uma promoção em determinada empresa, X está há 10 anos e Y a 2, mas Y faz mais, logo ele "merece" mais e a meritocracia viraria o fiel da balança nesse caso. No mais, vira uma certa canalhice dentro da desigualdade que o próprio Bruno aponta.