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Marco Aurelio d...
Prezado Samuel, permita-me agregar a algumas colocações suas: Recomendo a leitura das paginas 13 à 17 do plano de governo da chapa do Haddad, que estão no site do TSE. Desculpe, para um candidato propor para sua gestão "referendos revogatórios" para rever medidas da gestão atual, a revelia do congresso nacional; propor aumento de poderes com a capacidade do presidente e de "movimentos populares" proporem plebiscitos "que não mexam nas cláusulas pétreas da constituição" , isso me dá a entender que vai colocar o legislativo e a autoridade do mesmo como casa representativa em xeque. O legislativo, como casa que tem por função trabalhar como origem do poder do executivo e sustentar o modelo político, por meio de checks and balances dos poderes, sofre risco a partir do documento apresentado. Apresentar tais informações em seu plano de governo, registrado em site oficial do TSE, para mim é questão grave. Adicionalmente, outro ponto delicado que o plano de governo faz menção refere-se a alusão de um novo processo constituinte, onde o próprio partido coloca que as formas de escolha dos candidatos será de acordo com as ideias e premissas do PT frente ao modelo de reforma política. Sem nenhum modelo de debate. Tais pontos estão alinhados ao que o próprio manifesto condena, dado que passa ao executivo a premissa de capacidade de legislar, como ocorreu no caso Venezuelano. Me passa a impressão e a vontade de um processo de implosão das instituições, com efeitos mais radicais. http://divulgacandcontas.tse.jus.br/candidaturas/oficial/2018/BR/BR/2022802018/280000629808//proposta_1536702143353.pdf