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Leonardo Pignatari
Muito bacana o artigo. Acho que a constatação de que a redução da taxa Selic, iniciada em outubro de 2016, não surtiu todos os efeitos que poderiam sobre a economia muito correta. Uma eventual aprovação satisfatória de reformas iria apenas acionar um crescimento já engatilhado, mas até então não acionado diante das expectativas. Se o BC de Campos Neto manter a cautela, perseverança e serenidade, defendidas pela gestão atual, podemos esperar no máximo uma manutenção mais longeva da taxa em 6,5%. Que as profecias autorrealizáveis de Keynes estejam do nosso lado. Vamos torcer!