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Everaldo Jacinto
Da mesma for que não se pode creditar com certeza de 100% ao governo, também.nao podemos creditar por hipótese alguma redução ao crime organizado, não existe maturidade para um pacto de reorganização territorial quando tratamos de poder e dinheiro, apesar de ser o tráfico o maior responsável pelos homicídios ele não é o único fator, além disso, não se pode dizer que nada foi feito, se investiu em inteligência policial, houve ações de fomento para implantação efetiva do SUSP (que espero em breve se consolide), houve atualização nos equipamentos, a SENASP enxergou os municípios como protagonistas e parceitos na reducao da criminalidade através de políticas públicas e incentivo as GCMs, há hoje uma cai de um.projeto piloto em para um teste laboratorial do SUSP e quais os caminhos a seguir, muda -se a forma de financiamento da segurança pública através do fundo e alimentado pelas loterias e repasses da União, falar que houve uma liberação de armas hoje ainda é prematuro, porém, não existe estatística científica que prove que mais armas mais mortes, o que existe é o contrário, não precisando bem de comparação com países armamentisitas, basta ver a relação do úmero de.ortes antes da lei 10826 e o que temos agora, segurança pública se faz com.um.conujjnto de atores e ações pro cipalemte preventiva,as sem tirar o foco da prevenção secundária e da terciária, temos uma.legislacao que dá sensação de impunidade e ainda chega a piorar com o atual congresso, onde sua maioria está preocupada em.se livrar das penas.