Dados do relatório de gestão fiscal do 1º quadrimestre mostram que NE tem gasto médio com pessoal próximo ao restante do país, mas com forte heterogeneidade entre os estados. Paraíba e, sobretudo, Rio Grande do Norte apresentam maior rigidez fiscal.
O cashback tributário elevará em 10% a renda das famílias pobres, mas o ganho no Nordeste será menor, de apenas 7,7%. No Centro-Oeste, pode chegar a 12%. Diferenças refletem fatores como padrão de consumo, nível de informalidade e custo de vida.
Municípios do NE têm alto gasto de pessoal (causando rigidez orçamentária) e menor gasto em investimento, comprometendo oferta de bens públicos – especialmente quando há mais necessidade: crises, pandemias e choques climáticos.