Ana Maria Castelo

Mestre em economia pela Universidade de São Paulo (USP), onde também atuou como pesquisadora. Desde 2010 é coordenadora de Projetos da Construção na Fundação Getulio Vargas/IBRE onde comanda e desenvolve estudos e análises setoriais. Também é coeditora da Revista Conjuntura da Construção, publicação trimestral conjunta do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e da FGV. É responsável pela divulgação do INCC-M e da Sondagem da Construção da FGV. É professora da disciplina Economia da Construção no curso de MBA da Construção da FGV.

O pior já passou na construção, mas incerteza persiste

A maioria dos empresários da Construção é uníssona: o pior momento do setor já passou. O gráfico abaixo, Índice de Confiança da Cadeia de Produção, do setor da Construção[1], sinaliza que o “fundo do poço” aconteceu em abril de 2016[2].

Mesmo com nível sendo o mais baixo entre as outras sondagens, o setor começou a “despiorar” desde então.

Construção: uma luz no fim do túnel?

A estabilidade do PIB da construção no terceiro trimestre alimentou as expectativas de que tenha chegado ao fim a crise que atingiu o setor e contribuiu para trazer a taxa de investimento do país para meros 16% do PIB – o PIB setorial (da construção) encolheu 24% entre o primeiro trimestre de 2014 e o terceiro de 2017.

Mas em que medida o resultado do terceiro trimestre pode ser entendido como o início de um movimento consistente de recuperação?

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