Leia os destaques de dezembro da Revista Conjuntura Econômica

27/12/2017

A última edição de 2017 destaca o setor da Construção Civil, que se encaminha para o terceiro ano na lanterna da atividade econômica, sem perspectivas de uma guinada em 2018. Ainda na edição de dezembro, a perspectiva para a inflação do próximo ano, entrevista com Pedro Parente, presidente da Petrobras, e a importância de uma agenda de revisões do gasto público. Leia nosso conteúdo aberto no Portal IBRE ou saiba como assinar.

  • Em entrevista telefônica à Conjuntura Econômica, o presidente da Petrobras, Pedro Parente, demonstra otimismo realista quanto ao cronograma de desinvestimentos previsto pela companhia, assumindo a possibilidade de atrasos. E afirma que, com a retomada dos leilões de óleo e gás, essa indústria se converte em importante vetor de expectativas de investimentos, que deverão ser observados com mais força a partir de 2019. Leia a entrevista com Pedro Parente.

  • Construção civil se encaminha para o terceiro ano na lanterna da atividade econômica pelo lado da oferta, sem perspectivas de uma guinada em 2018. Leia a matéria de capa.

  • Espera-se que em 2018 a inflação fique um pouco acima da registrada em 2017, comandada por pressões de alimentos e energia elétrica. Mas ninguém arrisca um palpite sobre o que pode resultar de um ano eleitoral carregado de imprevisibilidade. Um cenário que, como outros da mesma ou de outra natureza, pode revigorar o eterno inimigo.Leia na Conjuntura Econômica de dezembro.

  • O consumo pode ser motor da recuperação da economia brasileira? Leia a resposta de Nelson Marconi, da FGV EESP, em artigo.

  • Se a reforma previdenciária do regime geral é um acerto de contas com o passado, o encontro com o futuro passará por outra reforma: a dos regimes privados de previdência, dando forma nova à seguridade social, defende José Roberto Afonso. Leia aqui.

  • Na coluna Ponto de Vista de dezembro, Samuel Pessôa analisa como se dará a normalização da política monetária timoneada pelo Fed nos próximos anos, que terá dois elementos: a elevação da taxa básica e a inclinação da curva de juros, com a redução do balanço acumulado pelo banco central americano nos últimos anos. 

  • Especialistas alertam: além da reforma da Previdência, país precisa avançar no combate a distorções em despesas obrigatórias menores que, somadas, reforçam a pressão fiscal. Leia aqui.

  • Em artigo da Conjuntura Econômica de dezembro, Marcio Holland, secretário de Política Econômica no governo de Dilma Roussef, afirma que não foi a austeridade fiscal que derrubou o país em 2015 para 2016, mas exatamente a falta dela. E defende que a expansão de despesas no governo Temer gera insegurança sobre a sustentabilidade do teto de gastos, afetando a confiança na economia.

  • A divergência observada nas trajetórias esperadas para a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) e a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) suscita um questionamento: qual conceito de endividamento é o mais relevante para se avaliar a solvência e a sustentabilidade fiscal? A Carta da Conjuntura de dezembro aborda esse tema, e soma mais medidas ao debate. Veja a Carta da Conjuntura.

  • Ainda para fechar a última edição de 2017, criamos uma retrospectiva com as entrevistas, na íntegra, de especialistas refletem os principais temas macroeconômicos, políticos e sociais que marcaram o ano.

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