Leia os destaques de outubro da Revista Conjuntura Econômica

06/11/2018

O novo presidente, seja Jair Bolsonaro (PSL) ou Fernando Haddad (PT), terá enormes desafios pela frente. O primeiro será reduzir o alto nível de polarização suscitado em suas campanhas; o segundo, tirar o país do baixo crescimento, o que demanda uma lista de reformas impopulares sem as quais não haverá avanço. Essa lista é tema da matéria de capa desta edição, concluída antes do resultado do primeiro turno. Bem como da Carta do Ibre, que se concentra em quatro decisões de curto prazo das quais o novo presidente não poderá se esquivar em 2019: política de preços do diesel, remuneração dos servidores públicos, teto dos gastos e nova regra do salário mínimo.

Na entrevista do mês, o destaque é para a educação. Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Ebape, traça um diagnóstico realista de como avançar na qualidade do ensino público, fundamental para um Brasil mais inclusivo e produtivo. Claudio Conceição, editor da Conjuntura Econômica, indica esse e outros destaques na Nota do Editor da Revista Conjuntura Econômica do mês. Leia nosso conteúdo aberto no Portal IBRE ou saiba como assinar:

  • Com o país crescendo pouco e exposto a novas frentes de pressão, próximo presidente terá que ser ágil em conciliar opostos e coordenar uma agenda que priorize o equilíbrio econômico. Leia mais.
  • Claudia Costin (Ceipe - FGV Ebape), ex-secretária municipal de Educação do Rio de Janeiro, defende que sem uma revisão na forma de ensinar alunos e de formar professores, não há lei ou orçamento que resgatará o Brasil do lento avanço na qualidade da educação pública. “A escola brasileira não ensina a pensar”, afirma, em entrevista.
  • Com o país crescendo pouco e exposto a novas frentes de pressão, próximo presidente terá que ser ágil em conciliar opostos e coordenar uma agenda que priorize o equilíbrio econômico. Na Conjuntura Econômica.
  • Papel da eletricidade na inflação de administrados embute política de subsídios sem data para acabar que penalizam não só o bolso do consumidor como a competitividade da economia, defendem Joisa Dutra e Vivian Figer, do FGV Ceri, em artigo da Conjuntura Econômica.
  • Em artigo, Nelson Marconi (FGV Eaesp) apresenta sua tese de como zerar o déficit primário brasileiro – que deve fechar 2018 em torno de R$ 150 bilhões – em apenas dois anos.
  • Em artigo, José Roberto Afonso defende que a criação de um novo imposto na linha da velha CPMF não resolverá o problema fiscal brasileiro e poderá agravar a iniquidade do atual sistema tributário. 
  • A pesquisadora do FGV IBRE Lia Valls aponta a importância da formulação de uma política de comércio exterior pelo novo presidente, em um período de incertezas quanto à configuração do poder econômico e político mundial. Na Conjuntura Econômica de outubro.
  • Independentemente de suas preferências, em 2019 o novo presidente terá ao menos quatro temas espinhosos dos quais não poderá se esquivar: salário dos servidores, política preços do diesel, teto dos gastos e regra de reajuste do salário mínimo. Na Carta do Ibre.
  • Na Conjuntura Econômica, Samuel Pessôa defende que, para continuar priorizando o estado de bem-estar social, o Estado terá de abdicar da intervenção direta na economia por meio de empresas estatais e/ou oferta de crédito subsidiado. “Os dois Estados, de bem-estar social e o intervencionista, não cabem juntos no orçamento do Tesouro Nacional. Temos que saber priorizar”, afirma.

As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusiva do autor, não refletindo necessariamente a opinião institucional da FGV

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