A dinâmica recente da renda domiciliar dos estados brasileiros

Apesar de crises e retomada recente, ranking da renda domiciliar per capita de estados (2012-25) é estável no topo e base. Há mobilidade intermediária, sobretudo no NE, mas sem mudança relevante. PI e RGN foram os que mais ganharam posições.
1. Introdução
A divulgação recente do rendimento domiciliar per capita de 2025, com base na PNAD Contínua Anual ajustada pelo IPCA[1], oferece uma oportunidade importante para revisitar a trajetória da renda estadual ao longo da última década. Entre 2012 e 2025, o Brasil atravessou períodos distintos, desaceleração econômica, recessão, recuperação gradual, choque da pandemia e retomada mais robusta a partir de 2022, que afetaram de forma heterogênea as economias regionais.
Diante desse contexto, este artigo se propõe a examinar a evolução desse rendimento nas Unidades da Federação não apenas em termos de crescimento absoluto, mas sobretudo sob a ótica das posições relativas no ranking estadual. O objetivo central é identificar se, ao longo desse período marcado por choques e recomposição da renda, emergiu algum padrão consistente de mobilidade entre os estados ou se a estrutura hierárquica da renda permaneceu amplamente estável.
Leia o artigo na íntegra neste link.
As opiniões expressas neste artigo são de responsabilidade exclusiva dos autores, não refletindo necessariamente a opinião institucional da FGV.
[1] Valores atualizados pelo IPCA, em razão da indisponibilidade, até o momento, do deflator da PNAD para 2025, normalmente divulgado com os microdados.










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