O ano começou mais forte do que se imaginava

Tudo indica que a política monetária está cumprindo o seu papel de esfriar a demanda agregada. Se o consumo está mais forte, mesmo com os juros nas alturas, é porque diversas políticas têm sido criadas para sustentar a demanda em ano eleitoral.
A tabela abaixo apresenta o desempenho da economia brasileira no primeiro trimestre de 2026. A base de comparação é o primeiro trimestre de 2025. Na primeira coluna temos o cenário que o FGV IBRE tinha no final de dezembro de 2025. Na segunda coluna, os valores divulgados pelo IBGE em 29 de maio passado.

Lê-se, no meio da tabela, na 10º linha, o crescimento da economia toda, ou seja, do produto interno bruto (PIB). Da primeira linha até a nona, lê-se o desempenho da economia pelos diversos componentes da demanda agregada. Nas linhas da tabela abaixo do PIB, lê-se o desempenho da economia pela ótica dos componentes da oferta agregada.
O ano começou e houve uma clara surpresa positiva de crescimento sobre o que esperávamos no final de 2025. Esperávamos que o crescimento no primeiro trimestre de 2026, tendo como base de comparação o primeiro trimestre de 2025, fosse de 1,4%, e foi de 1,8%, isto é, 0,4 ponto percentual maior.
Leia aqui a coluna Ponto de Vista de junho/2026 na íntegra.
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