Samuel Pessoa

Samuel de Abreu Pessoa. Físico e professor de economia, é pesquisador do FGV IBRE e sócio diretor do Julius Baer Family Office.

Brasil gastou mais em 2020 e caiu menos. Em 2021 retoma, mas fica a conta pagar

O ano que se encerrou caracterizou-se pela epidemia e o esforço de reduzir seus impactos sobre a economia e a sociedade. A imprevisibilidade e intensidade do evento fizeram com que os diversos países respondessem de maneira muito diferente. Não houve um padrão claro de política econômica.

Réplica a Felipe Machado: elogio de Ciro ao nacional desenvolvimentismo está crivado de erro factuais

Felipe Augusto Machado, especialista em estratégias de desenvolvimento e geopolítica, comentou minha resenha ao livro de Ciro Gomes. Agradeço o comentário. Farei aqui minha resposta em três partes. Na primeira abordarei erros factuais de Machado.

Comentário ao livro “Projeto Nacional: O Dever da Esperança” de Ciro Gomes

Ciro Gomes tem o hábito saudável de colocar no papel seu diagnóstico e suas propostas. Tem a característica de ser político que não escamoteia os problemas e gosta de dar nome aos bois, às vezes (muitas vezes) diversos tons acima do necessário, o que dificulta possíveis construções políticas. Também é conhecido por exagerar nos números.

A não sustentabilidade da política econômica no ciclo petista

O mandato do presidente Bolsonaro segue para fechar seu segundo ano e as movimentações para 2022 se iniciam. Certamente, em seguida às eleições municipais e, principalmente, após a renovação da presidência da Câmara e do Senado em fevereiro próximo, o movimento da política adquirirá velocidade.

Bolsonaro mantém contrato social da redemocratização

Em 31 de agosto, Paulo Guedes enviou ao Congresso o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA). A peça obedece ao teto de gastos. Entretanto, não estão definidos no PLOA nem os recursos nem o desenho do novo programa social, o Renda Brasil, que o Planalto deseja que substitua o auxílio emergencial, que vai durar só até o final do ano.
 

Celso Furtado, a educação e o desenvolvimento

No centenário de nascimento do nosso mais influente economista, é oportuno investigar um tema de sua obra que tem sido pouco debatido. Trata-se do papel da escolarização fundamental de qualidade da população como um pré-requisito para o desenvolvimento econômico. O assunto já foi tratado de passagem na coluna em outras oportunidades e carece de olhar mais detido.

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