Entre 2022 e 2024, Brasil registrou avanços expressivos na redução da pobreza e da extrema pobreza monetárias, impulsionados pela expansão dos programas de transferência de renda e pela recuperação do mercado de trabalho.
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Aumento do crédito elevou endividamento, comprometimento da renda e inadimplência de pessoas físicas, com famílias de baixa renda mais endividadas, e boa parte em modalidades com juros altos e sem garantias. Ainda não há sinais de desalavancagem.
Endividamento,...
Sem impulso fiscal do gasto público de governos federal e regionais (estes com destaque), PIB do Brasil quase não teria crescido no período 2022-2025. Mas impulso subnacional de 2026 será muito menor que o de 2022, mesmo em cenário mais agressivo.
Entre 2010 e...
Potencial do PIB brasileiro está entre 1,2% e 1,8% ao ano, limitado por baixa produtividade e esgotamento do bônus demográfico. Estimativa do IBRE indica avanço potencial médio de 1,5%, composto por 1% de produtividade e 0,5% de horas trabalhadas.
Após vários anos...
Desde 2024, governo elevou gasto financeiro (que está fora do resultado primário e Arcabouço Fiscal), com foco em crédito facilitado. Seus impactos fiscais são mais difíceis de contabilizar, escapando de métricas convencionais de impulso fiscal.
A classificação...
Qual a relação entre dinheiro e felicidade diante de evidências científicas? Com paradoxo de Easterlin, mostra-se que aumento da renda não garante, por si só, maior bem-estar duradouro, devido à comparação social e à adaptação hedônica.
Introdução
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