Em recente apresentação, Carlos Alberto Rosito, renomado profissional do saneamento nacional, contou sua experiência no setor desde a época do Plano Nacional de Saneamento (PLANASA), na década de 70, até os dias de hoje. Suas palavras suscitam reflexões sobre as similaridades e diferenças entre dois momentos do setor: o PLANASA e agora, com a recente reforma do marco regulatório.
O dia 30 de setembro de 2020 é um dia histórico para o setor de saneamento brasileiro. Nesta data foi realizado o primeiro leilão de uma modelagem de concessão dos serviços de saneamento feita pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) – a da Região Metropolitana de Maceió/AL (RMM). Pelo que parece, foi um sucesso. A expectativa é que este tenha sido o primeiro de muitos leilões de saneamento que estão por vir.
A regulação teve papel central nas discussões da recente atualização do marco regulatório do saneamento (Lei n° 14.026, de 2020), assim como em 2007, quando da instituição do primeiro marco do setor (Lei ° 11.445). A nova lei torna mais claro que a natureza do regulador deve ser de uma autarquia independente, que é a denominação de agência reguladora independente[1] na legislação brasileira.
No dia 09/06 foi iniciada a consulta pública[1] dos documentos com a proposta de privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (CEDAE) feita pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES). Em resumo, propõe-se que os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário dos 64 municípios fluminenses nos quais a CEDAE atua hoje sejam licitados em quatro blocos.
Uma medida de força para a economia
O IBRE elegeu a produtividade como uma das preocupações centrais de sua missão institucional de contribuir para o debate sobre o desenvolvimento do país. Com esse objetivo, o site Observatório da Produtividade - Regis Bonelli reúne uma ampla base de dados, estudos e análises sobre a produtividade, com o objetivo de fornecer informações para uma maior compreensão do tema e contribuir para a formulação de políticas públicas que possam aumentar a produtividade e impulsionar o crescimento. Acesse Observatório da Produtividade - Regis Bonelli.
Fábio Giambiagi é obcecado pelos dados. É com essa obsessão e uma bagagem de quase quatro décadas acompanhando temas fiscais que o autor lançou uma radiografia da política fiscal brasileira no livro “Tudo sobre o déficit público” que é uma boa sugestão de leitura para quem deseja aprender sobre a evolução histórica das contas públicas no Brasil e seus desafios. Leia mais aqui.