Alexandre Manoel

Sócio e Economista-Chefe da MZK Investimentos (adquirida pela AZ Quest). Graduado em Economia pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), possui mestrado em Economia pela Fundação Getúlio Vargas (EPGE/FGV-RJ) e doutorado em Economia pela Universidade de Brasília (UnB). Trabalhou no IPEA, na Prefeitura de Maceió e no Ministério da Fazenda/Economia.

Preço do petróleo: alternativa menos danosa parece ser acionar o “botão da calamidade pública”

A resposta do governo à escalada do preço do petróleo não deveria trazer distorções permanentes e custos fiscais em troca de um alívio incerto de curto prazo. A transferência dos dividendos da Petrobras para os mais pobres mantém o de bem-estar de quem mais precisa.

A tão esperada mudança de regime fiscal finalmente ocorreu, mas as consequências não serão as esperadas pela classe política

A teoria econômica e dados disponíveis sugerem que os efeitos de um furo no teto serão contrários ao que a ala política espera. Aumento no Bolsa Família que cause abandono do teto resultará em piores condições financeiras, menos investimentos privados e menor crescimento.

É possível tirar precatórios do teto respeitando Constituição e responsabilidade fiscal

Governo Federal previa precatórios de R$ 56 bi em 2022, sob teto dos gastos, e foi pego de “surpresa” quando previsão foi a R$ 89 bi. Argumenta-se aqui que princípios da simplicidade, segurança jurídica e austeridade fiscal devem ser observados na solução desse problema.

A “fracassomania” de analistas macroeconômicos brasileiros pró-mercado

Teto dos gastos foi reforçado recentemente, com criação de incentivos para que unidades subnacionais também participem do ajuste fiscal. Seguir com teto firme até 2026 é maior desafio econômico atual, podendo render salto de qualidade na estrutura macroeconômica nacional.

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