Rodolpho Tobler

Mestre em Economia Empresarial pela Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (FGV EPGE) e bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCE/UERJ). Analista econômico da Superintendência Adjunta de Ciclos Econômicos do IBRE e responsável pela divulgação dos Índices de Confiança de Serviços, do Comércio e dos Indicadores de Mercado de Trabalho.

A difícil tarefa de se ajustar séries estatísticas por sazonalidade depois da pandemia de Covid

A COVID-19 impactou atividades econômicas e tornou difícil a tarefa de ajustar séries estatísticas por sazonalidade, sendo necessário um maior número de observações após passado o período mais crítico da crise para identificar corretamente o comportamento sazonal das séries.

O surto de COVID-19 impactou severamente várias atividades econômicas não apenas no Brasil, mas também no resto do mundo, desacelerando a economia mundial.

A informalidade vista por outra ótica: os dois mundos do mercado de trabalho

Muito tem se discutido nos últimos anos sobre qual seria a nova dinâmica do mercado de trabalho brasileiro. Após um período de quase 10 anos de redução da informalidade no país, a forte recessão de 2014-2016 inverteu a tendência e a participação do tipo de emprego chamado genericamente de informal, voltou a crescer.

Relação entre a magnitude das revisões de crescimento do PIB de países selecionados, Covid-19 e confiança em 2020

A crise econômica atual tem uma natureza única, muito diferente da maioria das recessões e crises mundiais que a precederam. Por alguns meses, a economia foi praticamente “desligada” na maior parte do mundo, por medidas de distanciamento social. Com ou sem lockdowns, o medo da doença impactou profundamente o desempenho das economias no mundo todo.

A difícil retomada após tombo: uma lupa sobre o Setor de Serviços durante a pandemia de covid-19

Logo no início da pandemia de covid-19, Peter Atwater, consultor e professor adjunto da Universidade de Delaware, tornou popular nos EUA a noção de recuperação “em formato de K”, ao prever que seu impacto seria heterogêneo entre segmentos da economia, com alguns saindo rápido da crise e outros ficando para trás.

Empresas acreditam que mudanças vieram para ficar

Desde o início da pandemia, as empresas têm encontrado, cada vez mais, necessidade de se reinventar para manter suas atividades. Em julho, foi aplicada a quinta edição dos quesitos suplementares relacionados à pandemia nas Sondagens Empresariais do FGV IBRE, para entender se houve adaptações realizadas pelas empresas no seu modo de operação, e se essas mudanças seriam incorporadas numa suposta volta à normalidade.

Empresas de pequeno porte sofrem muito mais durante a pandemia

Durante a atípica recessão deflagrada pela pandemia de covid-19, muito tem se falado sobre as dificuldades que as empresas brasileiras enfrentariam para passar por um período de grande retração no nível de atividade, especialmente em setores que sofriam ou ainda sofrem com os efeitos de medidas de isolamento social ou de lockdown. 

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