Entre 2022 e 2024, Brasil registrou avanços expressivos na redução da pobreza e da extrema pobreza monetárias, impulsionados pela expansão dos programas de transferência de renda e pela recuperação do mercado de trabalho.
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O baixo crescimento da produtividade agregada deve-se principalmente ao desempenho do setor de serviços. A dinâmica da produtividade desde 2020 precisa ser interpretada com cautela pois pode ter refletido as mudanças no mercado de trabalho decorrentes...
Atividade econômica mundial entra em nova fase, caracterizada por desaceleração mais intensa. A inflação não tem dado trégua, no mundo e no Brasil. Domesticamente, mesmo com melhora das contas públicas de curto prazo, perspectivas de médio prazo...
Houve redução do hiato do produto do PIB, da Indústria e dos Serviços desde o 3º tri/2020. O 4º tri/2021 registrou resultado ainda negativo, mas já próximo do fechamento – para o PIB, o hiato foi de -0,4%; de -2,5 na indústria; e, -0,6% nos serviços,...
Estoque de capital fixo cresceu 1% em 2021, após cair vários anos. Mas esse resultado, além de apontar taxa de variação ainda fraca – muito aquém dos 3,5% a 4,5% necessários para PIB potencial de cerca de 3% -, também foi em boa medida explicado pela...
Mercado de trabalho brasileiro está efetivamente desaquecido, como apontam analistas com foco na PNADC. O fato de o Caged mostrar alta do emprego formal muito expressiva e estoque de empregos formais perto do recorde de 2015 não significa aquecimento...