Em meados de 2013, o IBRE divulgou um texto para discussão[1] em que era analisado o orçamento de 2012 e como o governo fez para cumprir a meta de superávit primário. O ano de 2012 foi marcado por diversas medidas chamadas de “atípicas”, mas que representaram um marco nas execuções orçamentárias do Governo Central, na medida em que tais práticas “atípicas” passaram a ser recorrentes nos anos posteriores.
Este ano de 2019 não será muito diferente. O volume de receitas ditas não recorrentes deve superar o registrado em 2018 e em 2017, o que contribuirá para o cumprimento da meta de...









