Proposta “2+4” une superávit primário estrutural de 2% do PIB e meta de inflação de 4%. Análise mostra que exigiria ajuste fiscal de 2,8 pontos do PIB e que só um plano crível, anunciado cedo, estabilizaria a dívida e abriria espaço para juros menores.
O alicerce fundamental da política macroeconômica brasileira[1] é o chamado tripé: regime de metas de inflação, metas de superávit primário e câmbio flutuante. Estabelecido em 1999, passou por diversos testes sem nunca sair do horizonte de planejamento da política econômica[2].
Seus objetivos são a...









