No período de apreciação cambial, produtividade subiu, indicando esforço competitivo da indústria da transformação – sinal claro de que apreciação beneficiou a IT, que pôde adquirir máquinas e equipamentos a preços reduzidos.
É fato aceito que a participação da Indústria de Transformação (IT) no PIB,[1] que mede o grau de desindustrialização, que chegou a representar, em 1985, 35,9% do valor adicionado (PIB), na comparação a preços correntes, declinou a partir daí chegando a 13,8% em 1998; teve uma efêmera...