Sondagens de março a maio indicam impacto da alta dos insumos. Infraestrutura é particularmente sensível, com muitos contratos sem cláusulas de reajuste. No trimestre até maio, há piora em expectativas de tendência de negócios nos próximos meses.
Boa parte das empresas já está familiarizada com ferramentas de Inteligência Artificial e a usa com frequência. Entre benefícios e desafios da aplicação, porém, há diferenças importantes entre médias e grandes empresas e os pequenos negócios.
Dados da Sondagem do Mercado de Trabalho do IBRE FGV revelam que boa parte dos empreendedores tem seu negócio como principal fonte de renda. As dificuldades mais citadas foram a carga tributária, o acesso ao crédito e a burocracia.
Quase 60% das empresas mapeadas afirmam ter sido impactadas pelas turbulências na relação entre Estados Unidos e Brasil. A partir de maio, há gradual deterioração do sentimento do empresário, acentuada em julho e agosto.
Há uma rápida disseminação da IA entre empresas brasileiras, com visão majoritariamente positiva dos impactos na produtividade. Mas persistem gargalos, e são necessárias políticas de estímulo à capacitação da força de trabalho.
Expectativas do Indicador de Incerteza atingiram menor nível desde 2015, refletindo maior consenso sobre evolução de variáveis-chave da economia, como inflação, câmbio e juros, à luz da atual política monetária restritiva.
Dados do mercado de trabalho brasileiro mostram crescimento da participação das contratações temporárias. Esse movimento é observado principalmente no setor público e nas esferas municipais e estaduais.
Nos EUA, expectativas de inflação subiram após a eleição de Trump, antes das medidas tarifárias. No Brasil, expectativas aumentaram no início do ano devido ao dólar e inflação de alimentos. A guerra tarifária deve pressionar ainda mais a inflação nos próximos meses.
Indicador de vendas online da Sondagem do Comércio do FGV IBRE mostra a evolução da digitalização das vendas. O setor se sustenta em patamar superior a 15% pelo quarto trimestre seguido, superior ao do período pré-pandemia.
67,7% dos autônomos gostariam de ter um trabalho com carteira assinada, participação que aumenta quando olhamos o grupo que não possui CNPJ, as pessoas de renda mais baixa, do sexo masculino e de menor nível de escolaridade.