As crises de 2008/09 e de 2020 não representaram os únicos eventos exógenos desfavoráveis ao crescimento do PIB brasileiro na última década. Há também o colapso das commodities (2012-16) e a estiagem crônica em 2012-21.
Meu colega de IBRE, Samuel Pessoa, elencou em sua última coluna na Folha de São Paulo, de forma resumida, as visões de dois grandes grupos de economistas (“ortodoxos” e “heterodoxos”) sobre as razões por detrás da recessão brasileira de 2014 a 2016 e da recuperação atipicamente lenta observada entre 2017 e 2019 (...