Nesta segunda parte (aqui a primeira), irei tecer alguns comentários mais específicos aos dois primeiros posts de Cláudio e Juliana (aqui e aqui), que avaliaram dois produtos, automóveis e diesel, para então rejeitar minhas colocações sobre o que estaria por detrás do enigma do deflator do PIB brasileiro.
Antes de aprofundar um pouco mais a discussão para um desses produtos (automóveis), é importante destacar que o que eles apontaram nos dois textos supracitados foi basicamente o fato de que conseguiram reproduzir razoavelmente bem o deflator do...










