Em novembro de 1947, Eugenio Gudin escrevia: “as incertezas do mundo do após-guerra tornam mais necessária do que nunca a observação contínua e vigilante da conjuntura econômica nacional e internacional”. Nascia, então, o Boletim de Conjuntura editado pelo Núcleo de Economia da FGV, embrião do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE), da Fundação Getulio Vargas.
Numa época em que a tecnologia que conhecemos hoje não era nem imaginada, o mimeógrafo, uma engenhoca que funcionava com um rolo embebido em álcool, movida a manivela, foi o grande...









