Claudio Considera

Doutor em Economia (UFF), mestre em Economia (UnB), pós-graduado em Análise Econômica (CENDEC/IPEA) e graduado em Economia (UFF). Foi chefe das Contas Nacionais do IBGE (1986-1992), Diretor do IPEA (1992-1998) e Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (1999-2002). Atualmente coordena o Núcleo de Contas Nacionais (NCN) da FGV IBRE, sendo um dos autores do Monitor do PIB-FGV e do IAE-FGV.

Economia brasileira deve ter um recuo médio de 0,3% no biênio 2020/21, em linha com a maior parte dos países do mundo

O FMI divulgou em janeiro deste ano atualizações para as projeções do crescimento real do PIB para 2020 e 2021. Há atualizações para os agregados (mundo, economias avançadas, emergentes, América Latina...), e para 30 países, cujo peso é de 85% no PIB mundial (US$, PPP).[1] 

Capital humano perdido com a Covid: Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo

Recentemente, publicamos no Blog do IBRE o artigo “Em busca do capital humano perdido”,  com exercícios preliminares (ver abaixo a seção “Hipóteses e Fontes dos Dados”) estimando o quanto as pessoas com até 69 anos de idade falecidas em função da Covid-19 ainda poderiam ser úteis à sociedade brasileira produzindo e gerando renda.

Somente 16% dos países do mundo devem voltar em 2021 ao nível do PIB per capita pré-pandemia

Continuando a discussão do post “Posição relativa do PIB per capita do Brasil entre as maiores economias do mundo”, publicado no Blog do IBRE, sobre PIB per capita no mundo, este artigo tem como objetivo mostrar como deve ser a recuperação em 2021 do nível do PIB per capita (mundial, das economias emergentes, avançadas e da América Latina), segundo a

Posição relativa do PIB per capita do Brasil entre as maiores economias do mundo

Recentemente, no artigo “Como o Brasil se situa entre as maiores economias do mundo no pós-Covid”, publicado no Blog do IBRE, mostramos os “rankings” das maiores economias do mundo, com base nos dados do FMI, sob duas métricas: nível do PIB (dólares em preços correntes) e também em dólares, preços correntes, PPP (paridade de poder de compra).

De volta para a estagnação

Após a saída da recessão de 2014-16 a economia brasileira cresceu, em média, 1,5% a.a. nos últimos 3 anos. Isso representa modestos 0,7% a.a. de crescimento de PIB per capita, que apesar de mal distribuído, é a medida derivada das Contas Nacionais que mais interessa a sociedade. Com a chegada da pandemia ao país, em março, a economia voltou a declinar antes de ter atingido novamente o nível de produto pré-recessão de 2014-16, conforme ilustrado no Gráfico 1, pela linha vermelha.

Como o Brasil se situa entre as maiores economias do mundo no pós-Covid

O FMI, na sua reunião semestral de outubro deste ano (World Economic Outlook), divulgou projeções para diversas variáveis econômicas de diversos países. Dentre estas variáveis, foi divulgado o nível do PIB (dólares em preços correntes) e também em dólares, preços correntes, PPP (paridade de poder de compra), para os quase 200 países da amostra. De acordo com essas duas métricas, podemos distinguir quais são as maiores economias do mundo.

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