Claudio Considera

Doutor em Economia (UFF), mestre em Economia (UnB), pós-graduado em Análise Econômica (CENDEC/IPEA) e graduado em Economia (UFF). Foi chefe das Contas Nacionais do IBGE (1986-1992), Diretor do IPEA (1992-1998) e Secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (1999-2002). Atualmente coordena o Núcleo de Contas Nacionais (NCN) da FGV IBRE, sendo um dos autores do Monitor do PIB-FGV e do IAE-FGV.

Em busca do capital humano perdido

Diariamente somos informados do número de ocorrências associadas à pandemia do COVID – 19: o número de infectados e o número de mortos em decorrência do vírus. A cada momento somos informados sobre parentes, colegas, conhecidos, que tragicamente não estarão mais conosco nos dando carinho, alegrias, o prazer da convivência... Essa tragédia já alcança todos nós social ou individualmente. Este é o lado humano dessa tragédia.

Impacto da saúde no PIB do primeiro semestre

O surgimento da pandemia de Covid-19 no Brasil, e a consequente necessidade de adoção das recomendações de isolamento social para diminuir o ritmo de contágio do vírus, impactou direta e indiretamente quase todas as atividades econômicas. Neste texto busca-se compreender como as fortes retrações do valor adicionado das atividades de saúde pública e privada, que foram diretamente afetadas pela pandemia, contribuíram para a retração do PIB no primeiro semestre do ano.

O desempenho da economia brasileira no 2º trimestre de 2020

A pandemia de Covid-19 alterou rapidamente o cenário das economias ao redor do mundo. Diversos países entraram em crise quase instantaneamente, o que resultou em uma grave recessão econômica mundial de caráter inédito de acordo com o FMI. A expectativa de crescimento da economia brasileira que era, no início do ano, em torno de 2,3%, segundo a mediana do Boletim Focus do Banco Central, tornou-se negativa ao final de março e atualmente está em -5,3%.

O comportamento da atividade de Outros Serviços, a que mais aglomera, na atual recessão

A recessão iniciada no 1º trimestre deste ano, de acordo com o CODACE,[1] em decorrência da pandemia de Covid-19, trouxe diversos recordes negativos para a economia brasileira. Além de ser a primeira vez em que entramos em recessão sem termos recuperado completamente a perda da recessão anterior, a retração de 8,7% do PIB no 2º trimestre, divulgada no Monitor do PIB-FGV, é a maior desde 1980.

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