2020 foi difícil, por muitas razões. Ainda que não a mais importante, claro, a dificuldade de fazer previsões econômicas foi uma delas.
No começo havia um otimismo cauteloso, fruto da reforma da previdência, da queda dos juros, do orçamento dentro do teto de gastos e da expectativa de mais avanços na agenda de reformas. Quando a pandemia chegou, em meados de março, se subestimou seu impacto, esperança que logo deu lugar a grande pessimismo quanto ao PIB. Esse foi depois amenizado pelos fortes estímulos fiscais, que por sua vez geraram renovadas preocupações com a dinâmica da dívida...









