Antes de iniciar esse post, gostaria de prestar uma singela homenagem ao Regis Bonelli (“sem acento no e”, como ele gostava de frisar para os mais desatentos), que nos deixou recentemente. Embora tenha lido vários de seus trabalhos ao longo de minha graduação, mestrado e vida profissional, foi somente nos últimos três anos, desde que passei a fazer parte do time do IBRE, que convivi mais intensamente com ele.
E posso afirmar: tudo aquilo que outros colegas que conviveram com ele por mais tempo disseram é a mais pura verdade: o Regis era um...