Luana Miranda

É mestre em Economia pela FGV/EPGE com dissertação na área de Macroeconometria. Atualmente, é pesquisadora do IBRE/FGV, com foco em atividade econômica brasileira. Cursa doutorado em Economia na FGV/EPGE.

Crise econômica na Argentina tirou 0,2 p.p. do PIB brasileiro em 2018 e pode tirar 0,5 p.p. neste ano

Desde meados do ano passado, a economia argentina enfrenta graves dificuldades. A partir do segundo trimestre de 2018, o cenário internacional tornou-se mais desafiador: houve piora das condições financeiras globais, normalização da política monetária no mundo, piora das condições de liquidez internacional, fortalecimento do dólar e consequente perda de apetite pelo risco de emergentes.

Choque na indústria extrativa mineral e safra ruim podem tirar 0.4 p.p. do PIB no segundo trimestre

Os motivos do frágil e lento processo de recuperação da economia brasileira no pós-recessão tem sido o principal tema de debate entre os economistas. De acordo com as nossas projeções, o PIB deve crescer apenas 1.1% pelo terceiro ano consecutivo. Algumas hipóteses complementares ajudam a explicar esse crescimento muito aquém do desejado, como a incerteza elevada, a necessidade contenção dos gastos públicos, falta de atratividade do investimento e choques negativos de oferta.

PIB do primeiro tri: economia estagnada, investidores e consumidores em compasso de espera

O resultado do PIB do primeiro trimestre, divulgado pelo IBGE nesta manhã, mostrou que a atividade econômica do país retraiu 0,2% no primeiro trimestre do ano, acendendo um sinal de alerta a respeito da cambaleante evolução econômica no pós-recessão.

Impacto da redução da produção da Vale sobre a atividade econômica

O rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), no dia 25 de janeiro, gerou impactos imensuráveis sobre a vida humana e ambiental, e os prejuízos provocados ficarão marcados na história do país. Além disso, a tragédia também implicará em perdas econômicas, uma vez que a empresa anunciou uma redução da produção de minério de ferro na ordem de 92,8 milhões de toneladas por ano, volume equivalente a 23,2% das 400 milhões de toneladas previstas para serem produzidas em 2019 antes do desastre.

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