Paulo Peruchetti

Mestre em Economia Empresarial e Finanças (EPGE/FGV) e bacharel em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Assistente de pesquisa da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV). Trabalhou no acompanhamento e na elaboração das projeções dos principais indicadores macroeconômicos da economia brasileira. Atualmente atua na elaboração de estudos sobre desenvolvimento econômico, mercado de trabalho e produtividade.

Produtividade por horas trabalhadas recua no primeiro trimestre

O crescimento da produtividade continua baixo. No primeiro tri de 2026, medida baseada em horas efetivamente trabalhadas recuou 0,5% ante igual período de 2025. Já a produtividade por horas habituais e PO cresceu 0,5% e 0,4%, respectivamente.

Desde 2019, o Observatório da Produtividade Regis Bonelli do FGV IBRE tem divulgado estatísticas de produtividade por população ocupada e por hora trabalhada. Esta última medida considera duas informações sobre o total de horas trabalhadas[1].

Mercado de trabalho: situação atual e desafios para 2026

Resultados mostram que, controlando-se efeitos decorrentes da evolução do binômio educação/demografia, mercado de trabalho apresentaria desempenho bem mais modesto. Isto, porém, não muda fato de que mercado de trabalho tem performado muito bem.

Nos últimos anos, a taxa de desemprego tem caído de forma consistente no Brasil. Conjuntamente com a queda da taxa de desemprego, tem ocorrido um aumento no número de pessoas ocupadas e elevação da remuneração média do trabalho.

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