Paulo Peruchetti

Mestre em Economia Empresarial e Finanças (EPGE/FGV) e bacharel em Economia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Assistente de pesquisa da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV). Trabalhou no acompanhamento e na elaboração das projeções dos principais indicadores macroeconômicos da economia brasileira. Atualmente atua na elaboração de estudos sobre desenvolvimento econômico, mercado de trabalho e produtividade.

Novos cenários para a evolução da atividade econômica brasileira em 2020

Na seção Em Foco do Boletim Macro Ibre do mês passado, realizamos uma análise preliminar do impacto da chegada do coronavírus ao Brasil sobre a atividade econômica doméstica. Ressaltamos, contudo, que naquela ocasião os únicos indicadores brasileiros que já captavam o impacto do vírus e o tamanho da incerteza adiante eram as variáveis financeiras de alta frequência.

Produtividade do trabalho recua 0,6% no quarto trimestre de 2019 e fecha o ano com queda de 1%

A recente divulgação, por parte do IBGE, das Contas Nacionais Trimestrais e dos dados da Pnad Contínua, permitiu o cálculo do indicador trimestral de produtividade do trabalho do IBRE/FGV.[1] Os indicadores do quarto trimestre de 2019 apontaram para uma recuperação do nível de atividade econômica, com crescimento do valor adicionado de 1,6% em relação ao quarto trimestre de 2018, e alta de 0,6% em relação ao terceiro trimestre de 2019.

Baixo crescimento da produtividade do trabalho no Brasil: uma análise dos resultados setoriais desde meados da década de 90

Com o fim do bônus demográfico, a única forma de aumentar a renda per capita e gerar crescimento sustentável no Brasil nas próximas décadas será por meio da elevação da produtividade do trabalhador. Por isso, discussões sobre o tema de produtividade ganham cada vez mais importância.

Produtividade do trabalho apresenta queda de 0,7% no terceiro trimestre de 2019

A recente divulgação, por parte do IBGE, das Contas Nacionais Trimestrais e dos dados da Pnad Contínua, permitiu o cálculo do indicador trimestral de produtividade do trabalho do IBRE/FGV.[1] Os indicadores do terceiro trimestre de 2019 apontaram para uma lenta recuperação do nível de atividade econômica, com crescimento do valor adicionado de apenas 1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado, e alta de 0,6% em relação ao segundo trimestre de 2019.

Quem são os desalentados no Brasil?

Entre o segundo trimestre de 2014 e o quarto trimestre de 2016 o Brasil enfrentou um longo período de recessão (11 trimestres) com perda acumulada 8,2% do PIB[1] de acordo com dados do Comitê de Datação de Ciclos Econômico (CODACE).  O mercado de trabalho continuou a se deteriorar mesmo após o fim da recessão, tendo a taxa de desemprego começado a cair moderadamente só a partir do segundo trimestre de 2019.

Produtividade do trabalho continua em queda no segundo trimestre de 2019

A recente divulgação, por parte do IBGE, das Contas Nacionais Trimestrais e dos dados da Pnad Contínua, permitiu o cálculo do indicador trimestral de produtividade do trabalho do IBRE/FGV.[1] Os indicadores do segundo trimestre de 2019 apontaram para uma lenta recuperação do nível de atividade econômica, com crescimento do valor adicionado de apenas 0,9% em relação ao segundo trimestre do ano passado, e alta de 0,4% em relação ao primeiro trimestre de 2019.

Atividade econômica fraca impede melhora do mercado de trabalho

Entre o segundo trimestre de 2014 e o quarto trimestre de 2016 o Brasil enfrentou um longo período de recessão (11 trimestres), cujo perda acumulada do PIB foi de 8,2%[1], segundo Comitê de Datação de Ciclos Econômico CODACE. Desde então, tem havido uma piora no mercado de trabalho com aumento na taxa de desemprego, elevação da taxa de informalidade e aumento de pessoas desalentadas (que desistiram de procurar emprego), por exemplo.

Páginas

Subscrever Paulo Peruchetti