Fernando Veloso

PhD em Economia pela University of Chicago. Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro e professor da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) da FGV/RJ. Pesquisador associado do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV/RJ. Autor de diversos artigos publicados em revistas acadêmicas nacionais e internacionais nas áreas de crescimento e desenvolvimento econômico, educação e políticas públicas. Foi coorganizador dos livros “Causas e Consequências da Informalidade no Brasil” e “Anatomia da Produtividade no Brasil. É colunista do Broadcast.

Após novo crescimento interanual no primeiro trimestre de 2024, produtividade por hora efetivamente trabalhada continua acima da tendência pré-pandemia

Após crescer 1,3% no último tri do ano passado, a produtividade por hora efetivamente trabalhada avançou 1,1% no primeiro tri de 2024. Este resultado contribuiu para que esta medida continuasse acima da tendência pré-pandemia.

O crescimento da produtividade em 2023 foi temporário ou permanente?

A questão que se coloca é se o crescimento da produtividade em 2023 foi temporário ou permanente. Embora seja difícil extrair conclusões definitivas com base em poucas observações, alguns dados ajudam a avançar no entendimento.

No final de 2022, a produtividade do trabalho estava de volta à tendência de queda observada entre 2017 e 2019. Em 2023, no entanto, surgiram sinais de uma mudança positiva na trajetória da produtividade.

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