Fernando Veloso

PhD em Economia pela University of Chicago. Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro e professor da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) da FGV/RJ. Pesquisador associado do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV/RJ. Autor de diversos artigos publicados em revistas acadêmicas nacionais e internacionais nas áreas de crescimento e desenvolvimento econômico, educação e políticas públicas. Foi coorganizador dos livros “Causas e Consequências da Informalidade no Brasil” e “Anatomia da Produtividade no Brasil. É colunista do Broadcast.

O desempenho da produtividade em 2020 e as perspectivas para 2021

Em 2020, a pandemia da Covid-19 teve grande impacto sobre a atividade econômica, o mercado de trabalho e, consequentemente, sobre a produtividade. Nos últimos meses, analisei o comportamento de vários indicadores de produtividade no Brasil e em outros países. Neste último artigo do ano, farei um balanço das principais evidências e uma análise das perspectivas para o desempenho da produtividade no Brasil em 2021.

Dados do terceiro trimestre indicam que persiste a incerteza sobre os indicadores de PTF no Brasil

Os eventos dos últimos meses associados à pandemia da Covid-19 têm provocado impactos negativos sobre a atividade econômica e sobre o mercado de trabalho, elevando sistematicamente a incerteza sobre os indicadores de produtividade, especialmente no Brasil.

Dados do terceiro trimestre indicam que persiste a incerteza sobre os indicadores de produtividade no Brasil

Os eventos dos últimos meses associados à pandemia da Covid-19 tiveram impactos negativos sobre a atividade econômica e o mercado de trabalho e elevaram de forma extraordinária o nível de incerteza em relação ao desempenho da economia e quanto à dinâmica dos indicadores de produtividade, especialmente no Brasil.

Revisitando o cenário econômico pós-pandemia

Na coluna de 29 de maio, discuti o cenário econômico pós-pandemia no Brasil. Minha avaliação era de que, diante da perspectiva de um nível de incerteza no período pós-pandemia ainda mais elevado que o que prevaleceu desde 2015, provavelmente teríamos uma recuperação lenta da economia, com baixo investimento e informalidade elevada.

Aumenta o risco fiscal

Apesar de vários indicadores de atividade econômica apontarem para uma recuperação relativamente rápida da indústria de transformação e do comércio, a elevação do risco fiscal nas últimas semanas pode inviabilizar uma retomada sustentada da economia brasileira no ano que vem.

Os efeitos da pandemia sobre a produtividade do trabalho no segundo trimestre

Uma característica marcante da pandemia da Covid-19 é seu efeito desigual nos diferentes setores da economia. Em particular, enquanto segmentos de serviços que envolvem maior contato pessoal, como serviços domésticos e turismo, têm sido fortemente afetados, a indústria de transformação e o comércio têm se recuperado mais rapidamente.

O avanço da pandemia da Covid-19 amplia a incerteza sobre os dados de PTF no Brasil.

Os eventos dos últimos meses associados à pandemia da Covid-19 elevaram de forma extraordinária o nível de incerteza em relação ao desempenho da economia e têm provocado impactos negativos sobre a atividade econômica, o mercado de trabalho e, consequentemente, sobre a produtividade de vários países.[1]

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