Bráulio Borges

Graduado em Economia e mestre em Teoria Econômica pela FEA-USP, recebeu o Prêmio Tesouro Nacional pela sua dissertação de mestrado em Finanças Públicas. Atuou no departamento econômico da Telefónica e foi professor de Macroeconomia na Pós-Graduação da GVLaw. Atualmente é economista-sênior da área de Macroeconomia da LCA e pesquisador-associado do IBRE/FGV.

Como a Lava-Jato afetou o PIB? Novas evidências para o debate

Segundo o CODACE-FGV, o ciclo recessivo mais recente da economia brasileira se estendeu do 2º trimestre de 2014 ao 4º trimestre de 2016. Foi uma das recessões mais severas e duradouras já enfrentadas pelo Brasil. Ademais, a retomada após o “fundo do poço” também tem sido uma das mais lentas da história (ver figuras abaixo).

Ajuste fiscal no Brasil: fatos e números para informar melhor o debate

Este artigo foi originalmente publicado no Valor Econômico no dia 10/08/2018.

Tem havido intenso debate sobre como encaminhar, especialmente a partir de 2019, a agenda de consolidação fiscal brasileira – mantendo, flexibilizando, reforçando ou abandonando o atual teto de gastos; elevando ou não a carga tributária; impulsionando ou não, via estímulo fiscal/parafiscal, o crescimento econômico no curto prazo.

Quais foram as verdadeiras causas da grande recessão brasileira?

Neste post, são disponibilizados dois conjuntos de slides que serviram como base para aulas ministradas por Samuel Pessoa e Bráulio Borges, em junho, no curso de macroeconomia da professora Laura Carvalho, da FEA/USP. Esses materiais trazem uma atualização do debate ocorrido neste blog há quase um ano, sobre as causas da recessão recente brasileira, bem como da lenta retomada.

Intervalo de metas de inflação deve ser utilizado na “chegada” ou na “largada”?

Este post reflete um debate interno realizado no IBRE nas últimas semanas, sobre como o BCB deveria reagir ao choque cambial recente – choque esse que resulta tanto de um fortalecimento global do dólar norte-americano como de uma piora relativa da aversão ao risco brasileira (refletindo, por sua vez, as incertezas associadas ao processo político-eleitoral doméstico) e contra o qual não há muito o que fazer, com a política de oferta de swaps cambiais e eventual venda de reservas apenas servindo para reduzir a volatilidade e evitar distorções nos funcionam

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