Bráulio Borges

Graduado em Economia e mestre em Teoria Econômica pela FEA-USP, recebeu o Prêmio Tesouro Nacional pela sua dissertação de mestrado em Finanças Públicas. Atuou no departamento econômico da Telefónica e foi professor de Macroeconomia na Pós-Graduação da GVLaw. Atualmente é economista-sênior da área de Macroeconomia da LCA e pesquisador-associado do IBRE/FGV.

Previdência e salário mínimo – não dá para esconder debaixo do tapete

A Folha de São Paulo publicou, no último dia 10 de abril, reportagem apontando que a premissa de reajustes reais do salário mínimo utilizada no cenário do governo para o gasto previdenciário entre 2020 e 2060 tem o efeito de pressionar consideravelmente a projeção para essa despesa. 

Como reduzir o juro estrutural no Brasil: o caminho das pedras

Ainda que os diversos avanços em termos de fundamentos macro e microeconômicos observados nas últimas duas décadas e meia tenham gerado uma queda expressiva do patamar de juro real da economia brasileira – de cerca de 20% ao ano em 1995-1998 (período de câmbio semifixo) para perto de 11% a.a. em 1999-2008 e para 5% a.a. em 2009-2016, sempre em termos de Selic real –, o Brasil segue despontando como um dos primeiros no ranking de juros básicos reais mais elevados em uma ampla comparação internacional.

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