Marcel Balassiano

Marcel Balassiano é mestre em Economia Empresarial e Finanças (FGV EPGE), mestre em Administração (FGV EBAPE)  e bacharel em Economia (FGV EPGE). É economista da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE).

Novas projeções do FMI para o PIB no biênio 2020/21: Brasil e comparações internacionais

O FMI divulgou atualizações para as projeções de diversas variáveis macroeconômicas, na sua reunião (World Economic Outlook) de outubro de 2020. Entre as novas projeções, há dados sobre a taxa real do crescimento do PIB, para os quase 200 países do mundo, além dos agregados (mundo, economias avançadas, emergentes, América Latina...).

Recuperação relativamente lenta do mercado de trabalho não é um bom sinal sobre o fortalecimento da economia americana

Na crise atual, após uma forte queda da atividade econômica dos EUA no primeiro semestre deste ano, em especial no segundo trimestre, as expectativas são de uma recuperação no segundo semestre. Notadamente, após o fundo do poço de abril, a partir de maio começou a recuperação da atividade econômica. No mercado de trabalho, porém, a recuperação ocorre numa velocidade mais lenta.

Em busca do capital humano perdido

Diariamente somos informados do número de ocorrências associadas à pandemia do COVID – 19: o número de infectados e o número de mortos em decorrência do vírus. A cada momento somos informados sobre parentes, colegas, conhecidos, que tragicamente não estarão mais conosco nos dando carinho, alegrias, o prazer da convivência... Essa tragédia já alcança todos nós social ou individualmente. Este é o lado humano dessa tragédia.

Kurzarbeit: a origem dos programas de retenção de emprego em época de crise

O programa alemão Kurzarbeit[1] é uma iniciativa de seguro social pela qual os empregadores reduzem o horário de trabalho de seus funcionários em vez de dispensá-los, e o governo repõe uma parte da renda perdida dessas pessoas. O trabalhador recebe, pelo governo, 60% de seu salário pelas horas não trabalhadas, enquanto recebe, pelo empregador, o salário integral pelas horas trabalhadas.

Economia do Rio de Janeiro no 1T20: primeiros sinais da crise do coronavírus

Após quatro anos consecutivos de queda da atividade econômica, em 2019, o Rio de Janeiro voltou a apresentar um crescimento, de 1,5%.[1] Para este ano, as expectativas eram mais positivas, de um crescimento maior do que no ano passado, em linha com as projeções para a economia brasileira em 2020, de algo próximo a 2%.

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