Marcel Balassiano

Marcel Balassiano é mestre em Economia Empresarial e Finanças (EPGE/FGV), mestre em Administração (EBAPE/FGV) e bacharel em Economia (EPGE/FGV). É economista da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV).

Brasil precisaria crescer 5,7% em 2019 e 2020 para a década 2011-20 não ser a pior década dos últimos 120 anos

No Blog do Ibre, escrevi o artigo “PIB recua média anual de 1,2% por ano no período Dilma II/ Temer, queda sem precedentes em 120 anos”, comparando as taxas médias reais de crescimento do PIB por mandatos presidenciais (FHC I, FHC II, Lula I, Lula II, Dilma I e Dilma II / Temer), lembrando que a média desses últimos 24 anos (seis quadriênios presidenciais) foi de um crescimento de 2,3% ao ano, bem acima do recuo médio de 1,2% ao ano no ú

BC: Gestão Ilan Goldfajn

Encerrou-se há pouco a gestão do Ilan Goldfajn na presidência do Banco Central. Ilan, sem sombra de dúvidas, cumpriu muito bem seu papel na autoridade monetária, encerrando seu mandato com a taxa Selic no menor nível da história; inflação próxima/abaixo da meta; expectativas de inflação, inclusive para prazos mais longos, ancoradas nas metas.

PIB recua média anual de 1,2% por ano no período Dilma II/ Temer, queda sem precedentes em 120 anos

Com a divulgação dos dados das Contas Nacionais pelo IBGE, além dos dados do quarto trimestre de 2018 e do dado fechado do ano, também fechou o quadriênio (2015-2018) dos governos Dilma II e Temer.

Conforme pode ser observado no Gráfico 1, em média, o PIB recuou em termos reais 1,2% no período dos governos Dilma II e Temer (2015-18). Nos últimos 24 anos, portanto, seis quadriênios presidenciais (FHC I, FHC II, Lula I, Lula II, Dilma I e Dilma II / Temer), a taxa média real de crescimento do PIB foi de 2,3% ao ano.

BC e setor privado superestimaram sistematicamente a inflação

No debate no Blog do IBRE sobre se o BC deve reduzir a Selic ou não, iniciado por José Júlio Senna, com direito a réplica de Ricardo de Menezes Barboza, e tréplica do Senna, um assunto foi citado por ambos, referente aos erros de projeção da inflação, tanto pela autoridade monetária quanto pelas instituições do setor privado.

Risco, câmbio e bolsa: comparações entre o começo do governo Bolsonaro e o início do governo Dilma II

Em julho do ano passado, com a corrida eleitoral ainda totalmente aberta, escrevi o artigo “Mercado financeiro e eleições” no Blog do IBRE, analisando o comportamento do risco, câmbio e bolsa nos anos eleitorais de 2002, 2006, 2010, 2014 e como estas variáveis estavam se comportando ao longo do ano de 2018.

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