Marcel Balassiano

Marcel Balassiano é mestre em Economia Empresarial e Finanças (EPGE/FGV), mestre em Administração (EBAPE/FGV) e bacharel em Economia (EPGE/FGV). É economista da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE/FGV).

Recessão brasileira (2014-2016): uma análise por meio do método do controle sintético do PIB, PIB per capita, taxa de investimento e taxa de desemprego

O Brasil passou por um processo de desaceleração muito forte da sua economia recentemente. De acordo com o Comitê de Datação de Ciclos Econômicos (CODACE), a última recessão do Brasil foi do segundo trimestre de 2014 até o quarto trimestre de 2016.

Cenário externo “mais desafiador” expõe as fragilidades do Brasil e da Argentina

Nessas últimas semanas, com o cenário externo “mais desafiador” (utilizando as mesmas palavras que o Banco Central tem mostrado nos seus documentos), houve um fortalecimento do dólar e consequente enfraquecimento das moedas dos demais países, sobretudo dos emergentes. O Brasil foi fortemente atingido, com a taxa nominal de câmbio chegando próximo dos R$/US$ 3,80 há alguns dias atrás. A Argentina também viu sua moeda se desvalorizar bastante. O risco país, medido aqui pelo CDS de 5 anos, também aumentou nos países emergentes.

Desempenho da economia brasileira em comparação com o resto do mundo

Recentemente o FMI divulgou seu relatório semestral do Panorama da Economia Mundial (World Economic Outlook), bem como as suas projeções para diversas variáveis econômicas até 2023. Segundo o Fundo, o PIB mundial deve crescer este ano 3,9%, em termos reais, sendo que os países avançados devem se expandir 2,5%, enquanto que os emergentes crescerão 4,9%.

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