Fernando Veloso

PhD em Economia pela University of Chicago. Pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE) da Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro e professor da Escola de Pós-Graduação em Economia (EPGE) da FGV/RJ. Pesquisador associado do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV/RJ. Autor de diversos artigos publicados em revistas acadêmicas nacionais e internacionais nas áreas de crescimento e desenvolvimento econômico, educação e políticas públicas. Foi coorganizador dos livros “Causas e Consequências da Informalidade no Brasil” e “Anatomia da Produtividade no Brasil. É colunista do Broadcast.

O que significa a aprovação da PEC do orçamento impositivo?

Esta semana o Senado aprovou em dois turnos a PEC 34/2019, que se tornou conhecida como a PEC do orçamento impositivo. Como foram feitas modificações na proposta aprovada na Câmara semana passada, a Proposta de Emenda Constitucional será novamente apreciada pelos deputados.

A rapidez com que a PEC foi aprovada nas duas Casas do Congresso não permitiu que as mudanças propostas fossem devidamente analisadas. Cabe, portanto, alguma reflexão sobre suas implicações e motivações.

O Brasil de amanhã - Homenagem a João Paulo dos Reis Velloso

Em janeiro de 2018, ocupei este espaço na Conjuntura Econômica para falar um pouco sobre minha curta, porém intensa, convivência com Regis Bonelli, que nos deixou em dezembro de 2017. Pouco mais de um ano depois, outra grande perda, esta de caráter ainda mais pessoal, com o falecimento em fevereiro de meu tio João Paulo dos Reis Velloso.

A reforma da Previdência do governo Bolsonaro

Depois de vários anúncios pontuais, incluindo o vazamento de uma minuta de PEC, na semana passada o governo Bolsonaro apresentou sua proposta de reforma da Previdência.

Uma questão que sempre se colocou é se não seria melhor aproveitar a PEC apresentada por Temer, que já poderia ser colocada para votação no plenário da Câmara dos Deputados. A tramitação de uma nova proposta será bem mais longa, o que pode atrasar o ajuste fiscal e, consequentemente, a recuperação da economia.

Começa o debate sobre a reforma da Previdência do governo Bolsonaro

Depois de várias especulações, a minuta de proposta de emenda constitucional (PEC) da reforma da previdência divulgada na semana passada pelo Estadão/Broadcast deu início a uma discussão mais concreta sobre a proposta do governo Bolsonaro. Embora seja uma versão preliminar, e ainda não tenha passado pelo crivo do presidente, o texto ofereceu elementos importantes para entender o plano da equipe econômica.

A proposta do Senado para reduzir o spread bancário

Semana passada a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou um importante relatório do Grupo de Trabalho criado este ano para elaborar propostas de redução do spread bancário, coordenado pelo Senador Armando Monteiro. O foco do documento são os efeitos produzidos pelas inovações tecnológicas que induzam o aumento da competição no mercado financeiro.

Uma nova proposta de reforma da Previdência

As escolhas de Paulo Guedes para compor a nova equipe econômica revelam sua estratégia de usar as privatizações como parte integral do plano de ajuste fiscal. De fato, quando se leva em consideração que somente no governo federal existem cerca de 150 empresas estatais, a aceleração das concessões e venda de ativos pode não somente dar importante contribuição para o ajuste fiscal, mas também aumentar a eficiência na prestação de serviços públicos.

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